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segunda-feira, 3 de junho de 2013

Dicas para a sala de aula - aluno com Disléxia

       
1.     Colocá-lo de frente e no centro da lousa, preferencialmente na 1ª carteira.
2.     Tê-lo sempre perto da professora, que supervisiona seus trabalhos, principalmente na organização e seqüência das atividades.
3.      Escrever claro e espaçado na lousa, delimitando as partes da lousa (duas ou três partes no máximo) com uma linha divisória vertical bem forte.
4.       Escrever cada parte da lousa com uma cor de giz. Ex.: à esquerda com branco, centro com amarelo e à direita com azul claro.
5.     Explicar que estas divisórias são feitas somente na lousa, para facilitar a leitura e não devem ser reproduzidas no caderno das crianças.
6.     Exigir disciplina e concentração no conteúdo abordado, permitindo interrupções e opiniões espontâneas, desde que pertinentes ao assunto. Dizer ao aluno caso sua colocação esteja fora de contexto.
7.   Valorizar sempre o conteúdo trabalhado e “tolerar” as dificuldades gramaticais, como letra maiúscula, parágrafo, pontuação, acentuação, caligrafia irregular, etc. Diminuir a tolerância à medida que os anos escolares se sucedem.
8.     O disléxico geralmente tem dificuldade com a orientação e organização espaciais. Pode, sem perceber, pular folhas do caderno, pular linhas indevidamente, escrever na apostila trocada, fazer anotações em locais inadequados. Mostrar sempre o certo, não punir o erro e não criticá-lo pela falta de atenção. Diminuir a tolerância à medida que os anos escolares se sucedem.
9.     O disléxico geralmente tem dificuldade em ficar sentado na carteira por muito tempo seguido. Permitir que levante-se, aponte o lápis, vá até a lousa, ou outro movimento que o relaxe, exigindo que retorne ao lugar em seguida.
10.   Ser sempre clara e sucinta nas explicações das ordens dadas oralmente, preferencialmente dando exemplos e mostrando onde quer que faça a atividade. Ex.: do lado direito superior da folha, mostrar o lado e a orientação.
11.    Em lugar de dizer o que não deve ser feito, diga sempre o que é esperado que se faça e como é para ser feito. Repetir a ordem se necessário.
12.    Elaborar aulas com material visual, claro, criativo, que chame atenção.
13.   Usar sempre mais de um canal de aprendizagem e informação, com diferentes recursos audio-visuais. Ex.: entonação na voz, dramatização, sons, desenhos, texturas, luzes, músicas, descobertas, retroprojetor, data show, etc. além da tradicional memorização de aulas expositivas.
14.   Estar sempre em contato com o profissional que atende a criança, sabendo quais as letras que já foram trabalhadas para que possa ser exigido o acerto.
15.    Não trabalhar no limite, esperando que com o tempo vai passar. Sempre entrar em contato com a coordenação, com os pais, com os profissionais que assistem o disléxico. O stress do professor só piora o quadro, traz frustração e afeta a motivação de todos. Mantenha o bom humor e a confiança de que haverá sucesso.
16.   Trabalhar sempre com o erro como forma de aprendizado e nunca como meio de punição. Ex.: se trocou letras, mostrar o erro, ler o erro, produzir o erro e estimular a classe a corrigi-lo, sem estigmatizar o aluno
17.    Produzir erros “de propósito” para que os alunos descubram. Só aquele que aprendeu pode corrigir.
18.   Estimular atividades conjuntas, onde um começa, o outro continua e vice-versa. Ex.: troca de cadernos, o aluno é o professor, trocam os lugares, ficam os cadernos, etc.
19.   Não dar muitos exercícios repetidos. O disléxico não aprende pela repetição, ao contrário, cansa-se mais facilmente e desmotiva-se.
20.   Criar novas formas de ensinar a mesma coisa, pedir que as crianças elaborem exercícios, tornando-se co-autoras do aprendizado.
21.    Em um texto espontâneo, valorizar as idéias, o conteúdo. Dar notas separadas para a idéia e para a escrita.
22.   Em provas de outras disciplinas, como ciências, história, etc., corrigir pelo conteúdo e não descontar nota por erros de português. Aumentar a exigência à medida que avançam os anos escolares.
23.   Em avaliações, sublinhar (se possível) o que se está pedindo, destacando-se do enunciado da pergunta. Ensinar a criança a destacar as palavras-chave do texto.
24.   Não exagerar na quantidade de tarefa e sim na qualidade. Não permitir que os pais corrijam a tarefa, para que o professor possa avaliar o nível de aprendizado e reestruturar o conteúdo.
25.    Delimitar em colunas os cálculos matemáticos, para que não se confunda na orientação espacial.
26.    Aceitar respostas objetivas, diretas, curtas, desde que contenham a resposta solicitada. Aumentar a exigência à medida que os anos escolares avançam.
27.   Os textos do disléxico tendem a ser desorganizados, com falhas na seqüência dos fatos e excesso de pronomes. Explicar e numerar os parágrafos.
28.   A leitura do disléxico geralmente é muito ruim, porém a compreensão pode estar preservada. Ele pode ler palavras trocadas, de conteúdo semântico semelhante. Ex.: /unir/ por /juntar/; /beber/ por /tomar/. Tolerar, desde que a compreensão seja preservada.
29.   Se o professor não entendeu o que o aluno escreveu, a letra, ou o que ele quis dizer, solicitar que ele leia sua escrita, antes de corrigir.
30.   Não privilegiar o disléxico em nada, apenas compreender que suas dificuldades são reais e neurológicas, que ele necessita tratamento especializado para evoluir como os demais.
31.   O disléxico é tão inteligente ou mais que os outros alunos. Apresenta falhas de percepção de origem neurológica. Ele não erra de propósito, nem dispersa-se porque não está interessado. Necessita de variedade e flexibilidade por parte do professor, além de uma boa dose de paciência e tolerância.
32.   Disciplina, organização e criatividade são os fatores chave para que um disléxico tenha sucesso em sala de aula. A rigidez e os modelos pré-concebidos não se encaixam com este aluno.
33.    As disciplinas que envolvem memorização são dificilmente assimiladas. Use preferencialmente cartazes com resumos, com cenas, figuras alusivas ao tema, dramatizações, filmes, que facilitem a associação com o conteúdo a ser memorizado.
34.    Ensinar o aluno a resumir, extrair as palavras-chave da frase, do parágrafo, do texto.
35.    Ensinar o aluno a parafrasear, isto é, dizer com suas palavras o que entendeu, passando para a escrita.
36.    Ensinar o aluno a ler, parar e avaliar se compreendeu. Não permitir que leia toda a página para chegar a conclusão, no final, de que não entendeu nada.

Sempre procurar literatura especializada, orientação e metodologia adequadas.

sábado, 1 de junho de 2013

Distúrbios de Aprendizagem - Dicas e Sugestões

ESTRATÉGIAS GERAIS PARA CRIANÇAS COM DISLEXIA NA ESCOLA:
dar mais tempo para o aluno nas atividades que envolvem leitura;

aumentar o espaço entre as letras e destacar as partes mais importantes (atenção visual);

possibilitar leitura em voz alta dos textos e enunciados quando necessário;
 
 esclarecer as dúvidas sobre textos/enunciados (antes de presumir falhas de conteúdo);
 
 erros ortográficos atípicos fazem parte do quadro e não devem ser descontados;
 usar recursos visuais para apresentar ou resumir os conteúdos (desenhos, figuras ou esquemas);
 permitir que o aluno responda oralmente ou através de recursos visuais;
→ atividades alternativas de aprendizado (museus, exposições, filmes, etc.);
→ permitir a gravação das aulas e/ou indicação material audiovisual sobre o conteúdo*

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HABILIDADES IMPORTANTES PARA A LEITURA

→ Consciência fonológica: capacidade de perceber e manipular sons da fala
- reconhecer os sons das palavras (usar palmas);
- fazer rimas, acrescentar e retirar partes das palavras, formando outras.

→ Nomeação de letras e associação letra-som
- usar jogos ou músicas para facilitar a memorização;

- usar letra bastão, evitando informações conflitantes antes da consolidação desta fase (letra cursiva);

- evitar exposição a uma segunda língua quando houver dificuldade.

→Decodificação fluente (conversão letra-som)
- começar com palavras simples e regulares;

- aumentar progressivamente a complexidade (palavras maiores, irregulares, frases curtas, etc.)

→ Domínio da língua (aspectos estruturais e semânticos) e narrativa oral

- vocabulário (sentido literal e figurado); palavras derivadas;

- estrutura frasal e relação entre as frases;

- pistas do contexto e inferências;

- ideia central (personagens e fatos principais);

- sequência temporal e os termos indicativos;

- informações implícitas (o que o personagem pensou ou sentiu; o que poderia ser diferente).


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LOCAIS PÚBLICOS PARA AVALIAÇÃO DO TDAH

PROGRAMA DE DIAGNÓSTICO E INTERVENÇÕES PRECOCES

(Exclusivo para menores de 06 anos)
Serviço de Psiquiatria da Infância e AdolescênciaInstituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP

Rua Dr. Ovídio Pires de Campos, 785 - Ambulatório - Térreo - Ala Sul
Cerqueira César - SP
CEP: 05403-010
Agendamento de consultas / informações: (11) 2661-6440
Coordenador: Prof. Guilherme Polanczik 
• PRODATH - Projeto de Déficit de Atenção e Hiperatividade (adultos)
Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP
Rua Dr. Ovídio Pires de Campos, 785 - ambulatório térreo - HC - USP
Cerqueira César - SP
CEP: 05403-010
MARCAÇÃO DE CONSULTAS – (Só para Projetos de Pesquisa e que o interessado tenha disponibilidade de tempo para participar do  mesmo)
INFORMAÇÕES:  às 4ªs feiras das 8:30h até 12h - telefone (11) 3069-6971
Coordenador: Dr. Mário Louzã Neto

• ADHDA - Ambulatório para Distúrbios Hiperativos e Déficit de Atenção (crianças e adolescentes)

Serviço de Psiquiatria da Infância e Adolescência - HC - USP
Av. Dr. Ovídio Pires de Campo, s/n - CEP 05403-010
Telefone : (11) 3069-6509 ou 3069-6508
Coordenador: Dr. Ênio Roberto de Andrade
• Ambulatório de TDAH em São Paulo, SPUnidade de Psiquiatria da Infância e Adolescência (UPIA)
Universidade Federal de São Paulo (EPM/UNIFESP)
R. Borges Lagoa, 570 
Vila Clementino
Atendimento gratuito

Atende crianças e adolescentes 
Os interessados podem dirigir-se ao Departamento de Psiquiatria de segunda a sexta, das 8 as 12 e das 14 as 17 horas para entregar encaminhamento e fornecer dados para a triagem.
Coordenadora: Prof. Dra. Maria Conceição do Rosário 

quarta-feira, 27 de março de 2013

Test Exploratorio de Dislexia Específica (TEDE) by AlexiaMorales

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