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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Importância da Expressão Corporal em Arteterapia

A primeira experiência de comunicação do ser humano é sensorial. Ainda no ventre materno, recebemos estímulos que desencadeiam em nós uma série de reações. Ao nascimento, o primeiro contato com o mundo se dá pela pele, pelo tato. Nesse período, criamos vínculos, experimentamos sensações, preparamo-nos para nos tornarmos seres independentes no futuro, capazes de desenvolver formas cada vez mais especializadas de comunicação. Porém, a linguagem corporal continua sendo de fundamental importância para uma vida sadia; não há como desfazer os laços que unem o homem a esta forma primeira de comunicação. Em arteterapia, as experiências sensoriais e a linguagem corporal são duas formas de expressar o simbólico.
O homem é um ser social, um ser de relações que, desde a Pré-História, procurou desenvolver meios de comunicar-se para atender às suas necessidades de sobrevivência. Ao longo do tempo, a comunicação do homem primitivo, que antes era feita por meio de gestos e dos ritmos da natureza, aperfeiçoou-se, configurando-se em linguagens.
Nesse sentido, a linguagem, produto da inteligência e da subjetividade humana, faz-se presente para representar simbolicamente o ausente, por meio de respostas imediatas às estimulações perceptivas, ou de representações convencionais e arbitrárias.
Podemos afirmar que a prática simbolizadora é expressão da subjetividade e da consciência humana. Símbolos são ferramentas da mente, que usamos desde os primórdios, nem sempre de maneira convencional.
De acordo com SEVERINO (1992), a consciência subjetiva é um fator antropológico, dado o seu poder de intervenção na atividade produtiva e social dos homens. Possui finalidades pragmáticas, no sentido de estar ligada aos mecanismos de sobrevivência, mas também está associada à representação simbólica de todos os aspectos da realidade.
A experiência subjetiva do homem é uma sensibilidade intelectual e racional, mas também valorativa, ética, estética, religiosa etc. Toda produção decorrente dessa atividade subjetiva se expressa objetivamente por meio de bens culturais, de natureza simbólica, como a linguagem – sistema simbólico de comunicação – e a arte – expressão objetivada da sensibilidade estética.
Assim, a prática simbolizadora está em trazer “para fora” o que se sente, com a utilização de recursos expressivos, de símbolos que permitem uma comunicação de níveis mais profundos com a consciência.
 A Arteterapia surge, então, para utilizar a força da experiência criadora como forma de autoconhecimento e de transformação do ser humano. Por meio da leitura dos produtos da expressividade do indivíduo, busca auxiliá-lo a encontrar o equilíbrio entre o fazer, o agir e o pensar.
Desse modo, a criatividade ocupa posição central entre a arte e o processo terapêutico, pois o fazer criativo fornece a base para a leitura do que pode ser transformado. O fazer criativo vai além do cotidiano e do social; passa para o transpessoal, o universal e o espiritual.

O fazer criativo sempre estará carregado da subjetividade de quem o exerce, e a expressará em plenitude através dos diversos símbolos empregados nas imagens que surjam. Desta forma, através de uma observação mais cuidadosa, possibilitada pela relação terapêutica, as construções e criações reveladas constituem-se em meios de autoconhecimento que, bem compreendidos, podem auxiliar no desenvolvimento do ser (COUTINHO, 2005, p.44).

De acordo com COUTINHO (Op. cit.), a criação artística, de fato, ajuda o indivíduo a reforçar seus aspectos saudáveis. Abre as portas da sensibilidade, possibilitando a construção de meios para a transformação pessoal.
Mas antes de partir para a criação artística, é necessário que o arteterapeuta favoreça ao indivíduo um contato consigo para poder externalizar o sentimento que proporcionará a transformação. A expressividade espontânea, antes das artes, está na linguagem corporal. O corpo também é um canal de comunicação entre consciente e inconsciente, tornando-se fundamental o reconhecimento da consciência corporal, a partir da qual se obtém maior domínio do corpo e do espaço e, por conseguinte, maior segurança.
Para WEIL & TOMPAKOW (1986), o homem é programado para perceber e discernir, mas o hábito de atentar para as ferramentas-símbolo (palavras) afastou-o da percepção consciente do “aqui e agora”.
Sintomas físicos e emocionais são um chamado do inconsciente, e a ausência de um contato mais íntimo consigo pode levar o indivíduo ao adoecimento. O corpo fala, e é preciso reconhecer essa linguagem.
“Pela linguagem do corpo, você diz muitas coisas aos outros. E eles têm muita coisa a dizer para você. Também nosso corpo é antes de tudo um centro de informações para nós mesmos. É uma linguagem que não mente...” (WEIL & TOMPAKOV, 1986, p.7).
A linguagem do corpo expressa nossos pensamentos, nossas emoções e nossas reações instintivas. Podemos observar o estado emocional de uma pessoa lendo a sua expressão corporal. Trata-se de perceber em vez de apenas olhar.
WEIL & TOMPAKOW (Op. cit.) afirmam que um simples movimento de cruzar e descruzar os braços em determinada situação pode ser um gesto inconsciente, relacionado com o que se passa no íntimo das pessoas. Nossa linguagem corporal anseia por afirmar o nosso “eu”. O homem não consegue esconder sua linguagem inconsciente, e percebê-la é de grande importância para que as pessoas se compreendam melhor e se relacionem melhor.
Os gestos também fazem parte da expressão artística, o que se pode observar com mais nitidez nas crianças. Seus movimentos, ao produzir os primeiros rabiscos, vêm carregados de conteúdos e de significações simbólicas.

Quando desenha no papel, objeto que existe fora dela, a criança interage com ele, com o lápis, a cor, o chão, a parede, ligando a sua ação com os mais diversos movimentos corporais: exclama, canta, balança-se ou até manifesta o silêncio. A criança promove uma comunhão entre ela e o meio; entre ela e o cosmos. A propriedade que a criança estabelece com os seres, com os objetos, com as situações, depende da intensidade afetiva, do tônus energético que ela mantém como qualidade de relação com o mundo.
Tal como o instrumento é o prolongamento da mão, o mundo é o prolongamento do corpo. A relação física sensorial que a criança estabelece com o desenho possibilita a experiência de novas realidades (DERDYK, 2003, p.60).

Ao longo do tempo, têm sido desenvolvidos métodos e técnicas que conseguem mudar muitos de nossos estados emocionais, e até atingir a estrutura da nossa personalidade: a Arteterapia é uma delas.
BAPTISTA (2003), no entanto, afirma que expressão corporal é pouco utilizada pelos arteterapeutas em detrimento de outras formas expressivas, porém é um dos canais mais expressivos da Arteterapia, abrangendo uma infinidade de técnicas e de propostas, como o toque, a massagem e o movimento, por exemplo.
Para a autora, o trabalho corporal pode ser o fio condutor do processo terapêutico, uma vez que corpo e mente estão sempre ligados; processos psíquicos e biológicos se processam no corpo..
As primeiras vivências do ser humano estão relacionadas aos aspectos sensoriais, ficando registradas em nossa memória corporal. A pele é o maior órgão do corpo humano, e também possui papel importante no desenvolvimento do homem, pois o tato é o primeiro sentido a se desenvolver.
A pele, portanto, é o primeiro veículo de comunicação do ser com o mundo, proporcionando acesso às demais linguagens.
“(...) no tempo dos nossos ancestrais, a ‘consciência’ humana formou-se a partir do relacionamento sensorial da nossa pele com o mundo exterior” (JUNG, apud BAPTISTA, 2003).
A consciência corporal facilita a assimilação do mundo interior e exterior. “A expressão corporal fala para além das palavras, trazendo uma ponte direta para o universo do imaginário e simbólico. É do movimento espontâneo que nasce o arsenal simbólico de cada um” (BATISTA, 2003).
O trabalho corporal em Arteterapia, assim como a observação da forma dos movimentos naturais, permite a transformação dos símbolos trazidos do gesto para o concreto – expressão artística.
Embora o ser humano esteja dominando cada vez mais as novas tecnologias, e desenvolvendo meios de comunicação mais complexos e eficazes, não há como despojar-se do homem primitivo e seu sistema de comunicação. Embora muitas vezes procuremos nos apoiar em linguagens e gestos convencionais, nosso corpo é reflexo daquilo que somos e das experiências que trazemos.
Tornar-se ciente do corpo e das suas operações equivale a tornar-se ciente da alma, fazendo que o sujeito mergulhe profundamente em si próprio, de onde emergem, por meio da Arteterapia, tanto as impressões deixadas no em seu corpo, quanto os produtos concretos da subjetividade (gestual, figurativo, sonoro etc.).



Referências bibliográficas

ARNHEIM, Rudolf. Arte e percepção visual. São Paulo: Pioneira, 1998.

ARCURI, Irene Gaeta. Arteterapia de corpo & alma. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2004.

BAPTISTA, Ana Luísa. “Expressão Corporal na Prática da Arteterapia”. Disponível em: http://www.cebrafapo.com.br/artigo-expressao-corporal.htm. Acesso em 31 mar. 2008.

COUTINHO, Vanessa. Arteterapia com crianças. Rio de Janeiro: WAK, 2005.

DERDYK, Edith. Formas de pensar o desenho: o desenvolvimento do grafismo infantil. 3. ed. São Paulo: Scipione, 2003.

DONDIS, Donis A. Sintaxe da linguagem visual. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2002.

SANTAELLA, Lucia. Matrizes da linguagem e pensamento. São Paulo: Iluminuras, 2001.

SEVERINO, Antônio Joaquim. Filosofia. São Paulo: Cortez, 1992.


URBEN, Maria da Glória Medeiros. “A dinâmica da expressividade e de trabalhos dirigidos no contexto artístico-terapêutico”. In: Arte-Terapia: Reflexões. São Paulo: Sedes Sapientiae, 2004.


WEIL, Pierre; TOMPAKOV, Roland. O corpo fala: a linguagem silenciosa da comunicação não-verbal. 38. ed. Petrópolis: Vozes, 1986.


Autora:
Juliana de Cássia Ribeiro - Possui graduação e licenciatura plena em Letras - Português/Inglês e especialização em Educação a Distância e Arteterapia. Tem experiência na área de Letras, Educação de Jovens e Adultos, Educação Profissional e Tecnologia Educacional, com ênfase em preparação e revisão de textos, produção de materiais didático-pedagógicos e avaliações, design instrucional, tutoria em cursos on-line e formação de educadores.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Arte-terapia: Espaço de atelier

 O espaço para se desenvolver Arte-terapia é um dos assuntos bastante interessante, pois acredito não ser suficiente ter todo um conhecimento teórico e prático, se não houver um espaço que traduza um ambiente para as atividades de arte-terapia.
Para obter o desenvolvimento das atividades em arte-terapia  faz-se necessários alguns cuidados e ou procedimentos com o ambiente.
A importância do espaço físico no desenvolvimento de cada indivíduo, as suas diversas representações, impactos e sensações que ele pode causar, e como ele pode auxiliar na arte terapia são alguns questionamentos que deve ser considerado pelo profissional ao "elaborar" e organizar o setting arteterapêutico.


1.           Aspectos a serem  considerados.
1.1-     Quanto as atividades
     A Arteterapia oferece muitas  opções, como por exemplo: teatro, música, expressão corporal, artes plásticas, entre outras e tornar-se fundamental analisar quais serão utilizadas e de que forma.
      1.2 -  Quanto à clientela
Qual faixa etária e nível sócioeconômico pretende atender; atenderá pacientes com dificuldades de locomoção, visão, controle motor e cadeirantes?
Em caso de se realizar atendimento a pessoas com necessidades especiais deve-se cuidar com muita atenção da disposição dos móveis, a forma como terão acesso à sala e aos objetos de trabalho.
1.3 Quanto ao número de clientes 
Deve-se considerar a área livre da sala ao se definir o número adequado de clientes em cada sessão, a fim de preservar o conforto e as condições necessárias para a realização das dinâmicas.
1.4  Quanto a  harmonia do espaço.
 É fundamental que o paciente se sinta a vontade para executar suas atividades.


2.           Cuidados e ou procedimentos com o espaço.
2.1 -     Em relação ás atividades 
·      Teatro e expressão corporal - requer  um espaço amplo e sem muitos móveis por perto para evitarmos acidentes e seria ideal que para esse tipo de atividade tivesse um piso (EX:Eva)ou alguns colchonetes para evitar eventuais incômodos ao se trabalhar no chão.
·      Artes plásticas - demanda algumas mesas com cadeiras, alguns armários ou prateleiras para guardar os materiais,  um pia ou tanque para  lavar os materiais que necessitarem serem limpos e as mãos após as atividades, sabonetes e papéis para as mãos, também deverão estar no ambiente.
·      Música - como auxílio na ambientação e desenvolvimento de processos arte-terapêuticos carece que se tenha um equipamento de som e alguns instrumentos para as atividades.

2.2      Em relação aos pacientes com dificuldades:
·        Dificuldade de locomoção ou cadeirante: é necessário que tenha rampas de acesso e espaço para locomoção entre os móveis dispostos na sala. Prateleiras com os materiais e pia dispostas em uma altura que eles possam alcançar sem que precisem sempre de auxílio.
·        Dificuldade motora: é necessário que haja materiais mais resistentes, para evitar eventuais acidentes como quebra de vidros ao escapar das mãos e cuidadosa atenção para substituir materiais que possam provocar acidentais, tais como objetos pontiagudos ou cortantes.
·        Dificuldade de visão: manter os móveis sempre no mesmo lugar e com certa distância, pois facilita a locomoção. Os matérias devem ser sempre colocados no mesmo local para que possam encontrá-los facilmente.



2.3      Em relação ao número de pacientes:
             É importante que se reflita sobre o número de cadeiras e mesas, número de pinceis e tintas, número de pias, número de colchonetes; número de instrumentos, quantidade de tudo, para que todos possam realizar as atividades propostas  da mesma maneira.
Em relação a harmonia:
·        A elaboração e execução do ambiente, pensando no bem estar do paciente e do terapeuta, ambos devem se sentir á vontade no espaço criado para que se desenvolva uma cumplicidade e uma confiança múltua.
·        Ambiente:
a.   Limpo
b.   Arejado
c.   Iluminado, de preferência luz natural.
d.    Com banheiros

Outro aspecto que pode-se ressaltar é a preocupação com a natureza, trabalhando de forma consciente.


  1. Relação do espaço físico com a linguagem simbólica.

O que é espaço?
Na busca em entender o sentido da palavra espaço, o dicionário apresenta a seguinte definição: Espaço s.m. Extensão indefinida que contém e envolve todos os objetos: o espaço é imaginado com três dimensões. / Extensão limitada, intervalo de um ponto a outro: grande, pequeno espaço. / A imensidade, a extensão dos ares: os corpos celestes rolam no espaço. / Intervalo de tempo: no espaço de um ano. / Distância percorrida por um ponto em movimento: quando um corpo cai livremente, os espaços que ele percorre são proporcionais aos quadrados dos tempos empregados para percorrê-los. / Art. gráf. Pequena peça de metal, mais baixa que as letras, para separar as palavras. // Espaço vital, território que uma nação julga necessário adquirir.
A partir dessa referência verifica-se o quanto o espaço é simbólico, a quantas infinidades de atividades e seres ele está relacionado, como é difícil de ser representado e como é representado de inúmeras formas.
 Há diferentes visões, impactos e sensações  em relação a ele.
De acordo com A.J. Severino,(1994) “ todo aspecto da realidade é simultaneamente assumido pela subjetividade humana como algo que se conhece e como algo que se aprecia, que se valoriza;...” Portanto no primeiro contato com um determinado ambiente, as pessoas recebem impactos a partir das sensações, da percepção, iniciando neste momento um processo de conhecimento do lugar. Sendo assim o ambiente, mostra uma inter-relação muito dinâmica entre os sentidos. Tudo que se carrega de informações, de significados passa a ser percebido, avaliado e re-avalia o ambiente.
Na mesma visão de A.J. Severino.(1994 )Ve-se que a realidade dirige ao homem estímulos sensoriais e cognitivos.
Portanto após a captação das imagens, entra em ação a racionalidade, a motivação, a avaliação etc... para a formação da imagem simbólica de cada individuo.
E como o espaço afeta?
O espaço nos afeta por todos os sentidos, começando pela visão ao entrar em uma sala, olhar seu mobiliário, cores, formas, padrões de luz, caminhar pelo olfato, sentindo os cheiros de flores, de tinta de madeira nova, direcionando a audição aos  sons ou ruídos que estão acontecendo, até chegar no tato onde pode-se sentir as texturas dos materiais.

E a mais difícil das questões:
Qual é o ”espaço ideal” ?
Para essa indagação talvez a resposta mais surpreendente é que o espaço não pode ser definido como adequado ou não, pois para cada individuo há um espaço. Para a arte terapia, um espaço bem projetado é aquele onde se pode despertar as mais diversas sensações e impactos, possibilitando o desenvolvimento da criatividade.
 A Arte-terapia pode se auxiliar dos diversos procedimentos aqui citadas, proporcionando a todos um desenvolvimento pleno das atividades terapêuticas.Facilitando o trabalho de ambos.
Portanto o espaço “ideal”, “adequado”, “recomendado”, será aquele onde todos se sentirem bem, a vontade e realizarem suas atividades com os melhores recursos teóricos, práticos e “espaciais”, proporcionando sensações, desafios que estimulem a criatividade e que estimulem a busca do seu eu, do auto-conhecimento, da transformação e da formação de um novo individuo.


Bibliografia:
ARNHEIM, Ruldolf, Arte terapia & percepção visual. São Paulo: Pioneira, p 89-98
COUTINHO, Vanessa, Arte terapia. São Paulo: Wak, 2005, p. 51- 53.
ROGERS, Carl R, Grupos de encontros. São Paulo: Martins fontes, 2002, p. 75-80.
SEVERINO.Antônio J, Filosofia. São Paulo: Cortes, 1994, p.175- 176
Sites:




quinta-feira, 27 de junho de 2013

Dinâmicas de grupo




A dinâmica de grupo é uma forma lúdica de estimular a aprendizagem e o desenvolvimento de habilidades cognitivas necessárias para diminuir ou amenizar ou sanar possíveis dificuldades de aprendizagem. Tais atividades tem sua função no espaço escolar mas também nos espaços terapêuticos da Psicopedagogia e da Arteterapia.


CACHORRO E GATO CEGO
IDADE: 7 anos
OBJ. ESP.: Audição, atenção
MATERIAL: Lenços
LOCAL: Sala, quadra, pátio
Formação: círculos
Organização: alunos em círculos que irão dois para o centro; um será o cachorro e outro o gato. Veda-se os olhos de ambos
Execução: toda vez que o cachorro latir o gato miará e o cachorro tentará pega-lo. Se conseguir, irão outros ao centro.

QUAL O PERFUME?
IDADE:  9 anos em diante
SEXO: Ambos
OBJ. ESP.: Desenvolver o olfato
MATERIAL: Frutas, perfumes, loções, etc
Formação: círculos
Organização: alunos em círculos, sendo que um irá para o centro com olhos vendados
Execução: o professor dará ao alunos do centro para cheirar o perfume e dirá: - deverás reconhecer este aroma entre outros que vou te dar. Em seguida dará alvejante, etc... Este deverá identificar, entre outros qual foi o primeiro, etc.

TOCAR O CEGO
IDADE: Todas
OBJ. ESP.: Desenvolvimento-perspectivo
LOCAL: Ar-livre, salão
Formação: círculo
Organização: alunos sentados em círculo. Ao centro, um colega de olhos vendados
Execução: um colega do círculo se levantará, tocará o ceguinho e se sentará novamente. Pelos movimentos feitos, o cego tentará adivinhar quem o tocou.

COM QUEM ESTARÁ A BOLA?
IDADE:  9 anos
OBJ. ESP.: Atenção, perspicácia
MATERIAL: Bola
LOCAL: Pátio, gramado
Formação: círculo
Organização: alunos em círculo, pernas cruzadas, um aluno sentado no centro com olhos vendados
Execução: os companheiros passam a bola entre si e ao sinal do professor coloca as mãos para trás escondendo a bola. O aluno que está no centro, abre os olhos e aponta aquele que imagina estar com a bola. Se errar repete o jogo.

GARRAFA MÁGICA
IDADE:  8 anos em diante
OBJ. ESP.: Desenvolver a imaginação
MATERIAL: Uma garrafa
LOCAL: Sala, pátio
Formação: círculo
Organização: os alunos em círculo, o professor no centro
Execução: o professor gira a garrafa no solo e quando esta parar apontará na direção de um aluno. Este deverá ir para o centro e executar uma tarefa determinada pela turma ou professor.

COMER A MAÇÃ
IDADE: 9 anos em diante
OBJ. ESP.: Controle Emocional
MATERIAL: Maçã
LOCAL: Quadra, pátio
Formação: fileiras
Organização: em fileiras, tendo na frente das mesmas, maças penduradas
Execução: ao sinal procurar morder a maçã que lhe corresponde, sem segura-la, dentro de um tempo determinado. Vencerá a fileira que obtiver maior número de pontos, por mordida, ou que morder a maçã primeiro, ou ainda o que comer a maçã primeiro.

O CACHORRO E O OSSO
IDADE:  7 anos
OBJ. ESP.: Atenção, audição
MATERIAL: Qualquer objeto
LOCAL: pátio, gramado
Formação: círculo
Organização: os alunos em círculos. Um sentado ao centro tendo olhos vendados, que será o cachorro. Perto de si haverá um objeto “o osso”
Execução: dado o sinal, o professor indicará um dos alunos no círculo que tentará cautelosamente pegar o osso. Percebendo o ruído, o cachorro latirá e indicará o lado do ruído. Ao acertar a direção o professor indicará outro aluno. Se um conseguir e não for adivinhado se tira as vendas e tenta adivinhar.

O MICO
IDADE:  7 anos em diante
OBJ. ESP.: Atenção, agilidade
MATERIAL: Bolas
LOCAL: Quadra, gramado, pátio
Formação: círculo
Organização: em círculo, ficando dois alunos que se defrontam, de posse de uma bola. Uma bola será designada “MICO”
Execução: ao sinal de início, os alunos que tem a bola passam-na ao colega da esquerda, o qual rapidamente faz o mesmo e assim sucessivamente. As bolas são passadas, o objetivo é fazer com que uma bola alcance a outra, isto é, que o “mico” seja apanhado sendo que todos evitam que isto aconteça em suas mãos. Quem deixar cais a bola deve recuperá-la sozinho e voltar ao seu lugar para recomeçar a passá-la. Cada vez que o mico é apanhado interrompes-se a brincadeira e o aluno que permitir ficará no centro até ser substituído.

ESTALINHO
OBJ. ESP.: Coordenação motora, ritmo, atenção
LOCAL: Ar livre e sala
Formação: círculo
Organização: alunos numerados seguidamente formando um círculo na posição “sentados”. Todos iniciam o jogo batendo duas vezes e estalando os dedos uma vez na mão direita e outra esquerda.
Execução: um aluno ao estalar os dedos da mão direita diz seu número e ao estalar da mão esquerda, chama um número correspondente, a um companheiro. Aquele que for chamado continuará o jogo dizendo o seu número e chamando outro. Quem errar e quem chamar o número que já saiu, também irá sair.

ELEFANTE VOA?
IDADE: 7 anos
OBJ. ESP.: Atenção
LOCAL: Sala, quadra
Formação: círculo
Organização: alunos em círculo
Execução: o professor pergunta se determinados bichos voam. Se voam, os alunos deverão responder: voa e fazerem gestos com os braços. Ex.: Galinha voa? Pássaro voa? Elefante voa? O aluno que cometer algum engano pagará prenda no final.


DESCOBRIR O QUE ESTÁ MUDADO
IDADE:  Todas
OBJ. ESP.: Memória, perspicácia, observação
LOCAL: Ar livre e sala
Formação: círculos
Organização: pede-se a um aluno que deixe o local e faz-se algumas modificações
Execução: quando o aluno voltar o grupo começará a contar aumentando ou diminuindo a intensidade do canto à medida que ele se aproxima ou afasta do que mudou.

AI VAI O GANSO
IDADE:  7 anos em diante
OBJ. ESP.: Desenvolver os sentidos, memória
LOCAL: Pátio e quadra
Formação: fileira
Execução: o primeiro virando para o seguinte e dizendo: “Ai vai o ganso”. O segundo dirá “Que ganso?” Ao que o primeiro responde: “O ganso”. O segundo fala: ... ah... o ganso. A pergunta será repetida e assim sucessivamente. Assim corre-se todas as fileiras.



JOGO DO LIMÃO
IDADE: 6 anos em diante
OBJ. ESP.: Ritmo, Atenção
MATERIAL: Limão
LOCAL: Quadra, pátio, sala, gramado
Formação: círculo
Organização: alunos sentados em círculo, tendo um, posse de um limão
Execução: os alunos iniciarão a brincadeira cantando: Meu limão, meu  limoeiro... ao mesmo tempo passando o limão aos colegas. Ao findar a canção, o aluno que estiver de posse do limão será eliminado.

JOGO DA MEMÓRIA
IDADE: Todas
OBJ. ESP.: Memória, tato
MATERIAL: Lápis, grampos, moedas, giz, etc
Formação: em pé, formando um círculo, mãos para trás
Execução: o recreador entregará para um aluno um objeto após outro para ser passado adiante. Após serem passados todos os objetos, todos se sentarão e rapidamente escreverão o nome dos objetos que passarem pelas suas mãos. Vencerá quem escrever mais nomes dos objetos em um tempo determinado.


BOM DIA
IDADE: 7 anos em diante
SEXO: Ambos
OBJ. ESP.: Educação dos sentidos
MATERIAL: Lenço
LOCAL: Quadra ou pátio
Formação: círculos
Organização: alunos em pé em círculo. Um no meio com os olhos vendados.
Execução: os alunos do círculo caminharão e sendo um apontado, dirá: Bom dia! Se o aluno de olhos vedados identificar a voz do colega, trocará de lugar com este.

CÍRCULOS UNIFICADORES
IDADE: Ambos
OBJ. ESP.: Pronta reação e atenção
MATERIAL: Disco, toca-fitas
LOCAL: Ar livre e salão
Formação: em círculos de pé
Execução: a turma se desloca ao som da música. Quando esta parar devem formar grupos de 5 ou 3, anteriormente determinados. Os que sobrarem ficam prisioneiros dentro do círculo. Termina quando fica somente um prisioneiro no círculo.

PERSEGUIR A BOLA
IDADE: Todas
OBJ. ESP.: Astúcia, rapidez, agilidade
MATERIAL: Bolas
LOCAL: Ar livre
Formação: duas colunas em posição fundamental. O primeiro de cada equipe com uma bola.
Execução: o primeiro de cada coluna lança a bola o mais longe possível no terreno do fogo. Isto feito, todos deverão correr para reformar a coluna atrás da bola atirada pela coluna contrária. Vencerá a coluna que se reformar em primeiro lugar.

CORRER EM CIRCUITO
IDADE: 9 anos
OBJ. ESP.: Iniciação desportiva (hand e basquete)
MATERIAL: Bola
LOCAL: Quadra
Formação: fileiras
Organização: 2 fileiras frente a frente formando 2 equipes A e B. Primeiro aluno de cada fileiras com uma bola.
Execução: ao sinal, o aluno de posse da bola corre em direção ao que está na outra extremidade da fileira. Neste momento há trocas de lugares. O primeiro fica último e inicia a passagem da bola ao outro. Quando chegar o 1º fica último e inicia a passagem da bola ao outro. Quando chegar o 1º, a 1º de posse da bola. Vencerá o que executar a tarefa primeiro.

PASSE PASSE
IDADE: 10 anos
SEXO: Ambos
OBJ. ESP.: Habilidade ao passar a bola, destreza, iniciação desportiva (handball e basquete)
MATERIAL: Bolas, arcos
LOCAL: Quadra, pátio, gramado
Formação: fileiras (alunos em círculos demarcados ou dentro de arcos)
Organização: 2 fileiras frente a frente, separadas por uma certa distância, formando 2 equipes A e B. Dois alunos de cada equipe serão destacados para ocupar um lugar, pouco afastado das extremidades, na luta central que separa as fileiras.
Execução: ao sinal, o aluno nº 1 de cada equipe, passará a bola ao nº 2 e este ao 3; 3 ao 4... O último de posse da bola, correrá em direção ao nº 1. neste momento os demais trocam de lugar e o último ocupa o lugar do 1º. Reinicia-se o exercício, até chegar à posição inicial. ERROS: sair do lugar ao passar ou receber a bola, deixar cair a bola, abandonar seu lugar antes que o vizinho deixe o seu.

DÊ 5 PASSOS E FUJA
IDADE: 7 anos
SEXO: Ambos
OBJ. ESP.: Orientar-se no espaço em relação a objetos e pessoas
LOCAL: Quadra, pátio
Formação: grupos de 3
Organização: três alunos sentados: 1 fugitivo e 2 pegadores
Execução: o fugitivo levantar-se-á, dará 5 passos e correrá sendo perseguido pelos outros que tentarão toca-lo. Tocando o perseguido, os 3 sentar-se-ão e reiniciarão a atividade trocando os papéis.

JACO E RAQUEL
IDADE: 9 anos em diante
OBJ. ESP.: Senso de orientação, coragem, acuidade auditiva
MATERIAL: Lenço, sininho
LOCAL: Sala, quadra
Formação: círculo
Organização: alunos em círculo, mãos dadas para limitar o espaço onde 2 companheiros vão correr. Jacó com olhos vendados e Raquel com um sininho.
Execução: ao sinal de início, Raquel correrá dentro do círculo soando o sininho. Jacó (levantará) tentará pega-la. Quando for apanhada, os dois escolhem os substitutos.

BOLA DO CAÇADOR
IDADE: 7 e 9 anos
SEXO: Ambos
OBJ. ESP.: Habilidade motora, rapidez, atenção
MATERIAL: Bola
LOCAL: Quadra
Formação: livres
Organização: livres na quadra, um aluno de  posse da bola será o caçador vai sair para caça e começa a perseguir procurando tocar com a bola um colega. O que for pego, será o cão de caça e ajudará o caçador fazendo trocas de passes a fim de chegar mais perto da caça. O jogo prosseguirá até que todos sejam caçados.

REVEZAMENTO
IDADE: Todas
OBJ. ESP.: Velocidade
MATERIAL: Bastão de 25m de comprimento
LOCAL: Ar livre
Formação: colunas
Organização: 2 colunas frente a frente com mais ou menos 10 de distância, sendo que o primeiro aluno segura um bastão.
Execução: ao sinal, correrão, descrevendo em círculos pelo campo ao chegar a sua coluna passarão ao companheiro o bastão e assim sucessivamente. Vencerá a coluna que concluir o exercício primeiro.
Obs.: os alunos poderão primeiramente fazer o mesmo em caminhada rápida.

CORRA SEU URSO
IDADE: 7 e 9 anos
OBJ. ESP.: Atenção, rapidez, agilidade
LOCAL: Quadra
Formação: fileiras à frente de uma linha a 10 metros, a frente deve estar uma outra aluna de costas, será o “urso”.
Execução: os alunos da fileira gritarão “corra, seu urso”. O urso sairá do seu lugar e virá ao seu encalço (dos colegas). Estes procurarão correr para o lado em que o urso estava, sem entretanto, serem pegos. Os que o urso pegar, serão os ursinhos que auxiliarão o urso pegar.

BOLA AO CENTRO
IDADE: 8 anos em diante
OBJ. ESP.: Agilidade, destreza, reflexo
MATERIAL: Bola
LOCAL: Quadra, gramado
Formação: 2 círculos concêntricos
Organização: os alunos do círculo central serão nº 1 e os de fora nº 2. Uma bola ao centro
Execução: ao sinal, os números 2 correrão em círculo, e ao chegarem no seu par, passa por entre as pernas do companheiro e tentam pegar a bola. O que conseguir receberá 5 pontos e trocará de lugar.

BOLA AOS 4 CANTOS
IDADE: 7 a 9 anos
OBJ. ESP.: Habilidade motora, espírito de equipe, reflexo
MATERIAL: Bola de tênis - preferencialmente
LOCAL: Quadra
Formação: 2 colunas
Organização: 2 alunos de cada equipe nos cantos da quadra
Execução: ao sinal, o professor dará a partida do centro da quadra atirando bola ao alto; abre dois adversário. Trocarão de passes entre seus companheiros que estão espalhados na quadra. Contará pontos cada vez que a bola chegar as mãos dos companheiros.

DANÇA DAS CADEIRAS
IDADE: Todas
OBJ. ESP.: Atenção, agilidade
MATERIAL: Cadeira, toca-fitas
LOCAL: Ar livre, salão
Formação: cadeiras em fileiras aos pares, umas de costas para as outras
Organização: o número de cadeiras será a menos do que o número de participantes
Execução: ao som da música, os alunos contornarão as cadeiras. Quando esta parar, todos procurarão sentar-se. O que sobrar sairá fora e retira-se uma cadeira. Vencerá o último a sentar.

CROQUETE
IDADE: 8 anos em diante
OBJ. ESP.: Agilidade, destreza, atenção
LOCAL: Quadra, gramado
Formação: 2 colunas
Organização: duas colunas frente a frente nas extremidades da quadra sendo equipe A e B. entre as colunas estarão dispostos 8 alunos de grande afastamento lateral.
Execução: ao sinal, o 1º alunos de cada equipe deverá passar entre as pernas do companheiro descrevendo um zig-zag. Voltarão a coluna saindo o seguinte. Vencerá a equipe que completar a tarefa em primeiro lugar.

MUDANÇA TRÍPLICE
IDADE: 7 anos em diante
OBJ. ESP.: Equilíbrio, destreza e reflexo
LOCAL: Quadra
Formação: círculo
Organização: os alunos numerados de 3 em 3, ficando um sozinho no centro do círculo.
Execução: ao sinal, ele dirá um dos três números (1, 2, 3) e todos os alunos correspondentes ao nº chamado deverão mudar rapidamente um ao outro. O aluno do centro durante essa mudança deverá ocupar um dos lugares. Aquele que não chegar ao lugar, sobra e irá ao centro.

NOME: FUTEBOL COM AS MÃO
IDADE: 10 anos
SEXO: Ambos
OBJ. ESP.: Melhorar o trabalho de braço e o trabalho central do corpo-trabalho – respeitar regras e leis
MATERIAL: Bola
LOCAL: Quadra
Formação: livre – 2 equipes
Organização: livre – o professor ao centro fará, bola ao alto.
Execução: cada equipe procurará somente tocando, fazendo gol. Não poderão agarrar e nem conduzir. O jogo será sempre com o tronco flexionado. Vencerá a equipe que fizer o maior número de gols.


CORRER EM COLUNA
IDADE: 7 anos em diante
OBJ. ESP.: Habilidade de correr em grupo, agilidade, rapidez
LOCAL: Quadra, pátio
Formação: colunas
Organização: 2 colunas à frente de uma linha de partida, na posição sentados
Execução: ao sinal “já” os alunos saem correndo até um lugar determinado. O último coloca-se em 4 apoios e os demais voltam pulando por cima do mesmo. Será vencedora a coluna que primeiro estiver na posição inicial sentada em silêncio.


APANHAR O LENÇO
IDADE: 7 anos em diante
OBJ. ESP.: Agilidade, destreza
MATERIAL: Lenço
LOCAL: Quadra
Formação: fileiras
Organização: duas fileiras numeradas frente a frente, separadas mais ou menos 10 metros
Execução: o professor chamará um número. Os alunos correspondentes ao número chamado deverão correr ao centro, tentando levar o lenço consigo. Se o adversário não o tocar, sua equipe terá dois pontos, se for tocado, terão somente 1 ponto. Vencerá a equipe que obtiver maior número de pontos em determinado tempo ou quem chegar a um determinado no primeiro.


CORRIDA DE DUPLAS
IDADE: Ambos
OBJ. ESP.: Rapidez, agilidade
MATERIAL: Bolas
LOCAL: Ar livre
Formação: colunas
Organização: uma bola colocada à frente de cada coluna distante 7 m, alunos atrás da linha de partida.
Execução: o 1º aluno de cada fila, ao sinal, corre em torno da bola, volta ao seu lugar, toma o 2º pela mão, correm ambos em redor da bola e retorna ao ponto de partida. O 1º se coloca à retaguarda de sua coluna enquanto o 2º toma o 3º pela mão repetindo o percurso. Até que todos tenham corrido 2 a 2. vencerá a equipe que completar o percurso em 1º lugar.


COMPANHEIROS ÁGEIS
IDADE: 10 anos
OBJ. ESP.: Rapidez e agilidade
LOCAL: Quadra, gramado
Formação: círculos
Organização: círculo A e B a uns 3 a 5 metros de distância um do outro. Alunos de mãos dadas (de cada círculo). Os alunos do círculo A terão seu par no círculo B, e vice-versa.
Execução: os alunos de mãos dadas se deslocarão saltando. Ao sinal os dois círculos se dissolvem a cada aluno procura o seu par e ambos tomam posição de cócoras. O último par a se encontrar pagará prenda.


IDENTIFICAR OS GRUPOS
IDADE: 6 anos em diante
OBJ. ESP.: Rapidez, percepção, rápida reação, atenção
LOCAL: Ar livre
Formação: livre
Organização: dizer ao ouvido de cada um, o nome de um animal
Execução: ao sinal, os do mesmo grupo se identificarão por meio de vozes do respectivo animal.


QUEM ANDARÁ MAIS DEPRESSA?
IDADE: 10 anos
OBJ. ESP.: Destreza e rapidez
LOCAL: Pátio ou quadra
Formação: colunas
Organização: 2 colunas sentadas atrás de uma linha demarcada, a um metro de distancia uma da outra.
Execução: quando o professor disser o nome de um objeto ou local, os alunos se levantarão e caminharão rápido (marcha atlética) tocarão com a mão o que foi pedido e voltarão a posição inicial.


CASA DO CACHORRO
IDADE: 8 anos
OBJ. ESP.: Rapidez e atenção
Formação: círculos
Organização: alunos formando 2 círculos concêntricos, sendo o de fora com um aluno a mais. Os círculos andarão em sentido contrário.
Execução: ao sinal os dois círculos param, os alunos afastam as pernas e os de trás colocam a cabeça entre as pernas dos que estão à sua frente. O aluno que sobrar pagará prenda no final.


CABEÇA PEGA RABO
IDADE: 8 anos
OBJ. ESP.: Perspicácia
LOCAL: Pátio
Formação: colunas
Organização: de pé, 2 ou mais colunas, segurando na cintura do colega da frente
Execução: ao sinal os primeiros alunos das colunas tentarão pegar o último (rabo) e estes não permitirão se esquivando. Não poderão arrebentar as colunas. Vencerá a coluna que conseguir pegar o rabo, por último.


PISCAR
IDADE: 9 anos em diante
OBJ. ESP.: Habilidade de comunicar-se através de sinais, atenção, rapidez de reação
MATERIAL: Cadeiras
Formação: círculo
Organização: dispõe-se várias cadeiras em círculos, em cada uma, senta-se um aluno. Atrás de cada cadeira fica outro colega, tendo as mãos no encosto da mesma
Execução: ao sinal, o aluno sem companheiro piscará a um dos sentados que tentarão mudar para a cadeira do que piscou, sendo que será impedida sua saída, se for tocada nos ombros. Se abandonar a cadeira, a brincadeira prosseguirá.


COCADA
IDADE: Todas
OBJ. ESP.: Habilidade manual, reflexo, espírito de equipe
MATERIAL: Faixas, bolas
LOCAL: Quadra, gramado
Formação: 2 círculos concêntricos
Organização: 2 a 2 frente, sendo 2 alunos de posse da bola
Execução: passar a bola em zig-zag aos companheiros de sua equipe. Ao chegar ao ponto de partida marca um ponto. (Numera-se os dois círculos, intercalam-se de forma que os nº pares fiquem dentro e os ímpares fora, passa-se a bola aos companheiros de equipe).


BATATA QUENTE
IDADE: 7 anos em diante
OBJ. ESP.: Rapidez de movimentos, visão
MATERIAL: Lenço
LOCAL: Quadra, pátio, sala
Formação: círculo
Organização: dá-se nó em um lenço que passa a ser a batata quente ao outro. Os alunos sentam-se em círculo, ficando um em pé ao centro.
Execução: ao sinal, o aluno do círculo atira a batata quente ao outro e assim sucessivamente. Enquanto o fazem com a maior rapidez possível, o do centro procurará apanha-la. Se conseguir trocará de lugar com o aluno que arremessou.


BOLA CRUZADA
IDADE: 7 a 9 anos
OBJ. ESP.: Habilidade motora, espírito de equipe, reflexo.
MATERIAL: Faixas e Medicine Ball (bola pesada)
LOCAL: Pátio, quadra
Formação: fileiras
Organização: 2 a 2 frente a frente. Os adversário de uma fileira se intercalam na fileira do outro.
Execução: ao sinal passa a bola em zig-zag para os companheiros da outra fileira. A bola vai e volta. Ao chegar ao ponto de partida marca um ponto de partida. Vencerá a equipe que tiver maior nº de pontos dentro de um tempo determinado.


PROCURA UM PAR
IDADE: 8 anos
OBJ. ESP.: Atenção e agilidade
LOCAL: Quadra e gramado
Formação: círculos concêntricos
Execução: dois círculos concêntricos sendo que os alunos do centro correrão para direita e os de fora correrão para a esquerda. O círculo do interior terá um aluno a menos que o círculo de fora e darão as mãos. O que sobrar pagará a prenda.


ENGANAR, LANÇAR
IDADE: Mais ou menos 9 anos
OBJ. ESP.: Atenção e concentração
MATERIAL: Bola
LOCAL: Quadra e pátio
Formação: semi-círculo
Organização: os alunos em semi-círculo com os braços cruzados um deles ocupa o centro e fica com a bola.
Execução: ao sinal, o aluno do centro atira a bola para um companheiro. Este deverá apanha-la, mas se for apenas engano, não poderá descruzar os braços. Segurando a bola, devolve-a ao centro, podendo também iludi-lo. O aluno que deixar cair a bola, ou descruzar os braços, ocupará o último lugar. Quando o aluno do centro errar, será substituído pelo primeiro do semi-círculo.


CARA COM CARA
IDADE: 8 anos em diante
OBJ. ESP.: Sociabilidade entre os colegas, rapidez de reação, reflexão
LOCAL: Pátio, quadra
Formação: círculos concêntricos
Organização: alunos em círculos, 2 a 2 um no meio
Execução: o aluno do centro dirá: cara a cara, ombro com ombro, frente com frente, costa com costa... trocar. Os alunos aos pares executarão a ordem dada no momento que o do centro falar: “trocar”. Os do círculo do centro trocarão e o que deu a ordem procurará se colocar no lugar de um companheiro.


AVIÃO PEGADOR
IDADE: 7 anos em diante
SEXO: Ambos
OBJ. ESP.: Equilíbrio, poder ativo, imitação
LOCAL: Quadra e gramado
Formação: livre
Organização: os alunos livremente na quadra. Um deles será o pegador e tomará a posição de braços elevados lateralmente imitando o avião.
Execução: ao sinal o aluno pegador deverá tocar os companheiros e estes para evitarem ser pegos, ficarão em um só pé com os braços elevados lateralmente.


A BOLA DO GUARDA
IDADE: 8 anos em diante
OBJ. ESP.: Agilidade, rapidez
MATERIAL: Bola
LOCAL: Quadra
Formação: círculo
Organização: alunos em círculos um ao centro com a bola
Execução: ao sinal, o que está no centro, atira a bola para um do círculo que rapidamente deve colocar a bola no centro e sair ao seu encalço. Se conseguir pega-lo, passará ao centro e reiniciará o jogo. Correr apenas dentro do círculo.


JOGO DOS SÓCIOS
IDADE: 9 em diante
OBJ. ESP.: Sincronização de movimentos, atenção, observação de ordens
MATERIAL: Saquinho de areia
LOCAL: Pátio, gramado
Formação: duas fileiras frente a frente, 2 m (em diante) de distância, todos munidos de saquinhos de areia. Os alunos que se defrontam são sócios.
Organização:
Execução: ao sinal, deverão trocar jogando os saquinhos, obedecendo as ordens dadas: com uma mão, com duas, direita e esquerda. Quando um dos sócios deixar cair no chão o objeto arremessado, os dois terão que sair do jogo. Ganhará os que estiverem na linha, no fim de um determinado tempo.


MARCHA DOS JORNAIS
IDADE: 7 anos em diante
OBJ. ESP.: Flexibilidade, coordenação de movimentos
MATERIAL: Folhas de jornal
LOCAL: Quadra, pátio, gramado
Formação: fileiras
Organização: em fileiras sobre a linha de partida, munidos de 2 folhas de jornal, pisando sobre uma e segurando a outra. Paralela à linha de partida, troca-se a de chegada a 10 m aproximadamente da primeira.
Execução: ao sinal, os alunos colocam no chão à sua frente a fila de jornal que seguram e passam sobre ela. Em seguida apanham a folha que ficou atrás e colocam-na a sua frente e repetem a ação anterior. Assim prossegue o jogo passando alternadamente sobre uma folha e outra até o fim do percurso. Vencerá o aluno que atingir a linha de chegada em primeiro lugar.


BOLA FUGITIVA
IDADE: 7 anos em diante
OBJ. ESP.: Rápida reação
MATERIAL: Bola
LOCAL: Gramado, pátio
Formação: círculo
Organização: em círculos de pernas afastadas e mãos nos joelhos, tendo posse de bola
Execução: ao sinal, o aluno do centro jogará a bola a um dos companheiros fazendo com que passe por entre as pernas. Este tentará impedir com as mãos a passagem da bola. Se a bola passar, este aluno sairá do círculo.


TRANSMITIR O RECADO
IDADE: Todas
OBJ. ESP.: Decifrar enigmas, astúcia
Formação: 3 fileiras
Organização: 2 fileiras frente a frente, uma em cada extremidade do gramado, formando a equipe A. Entre as mesmas, no centro, em fileiras, a equipe B. o professor dará um enigma a uma das fileiras da equipe A. Estes todos (A1) saberão o provérbio
Execução: ao sinal a fileira A1 tentará transmitir à A2 o provérbio sendo impedida pela equipe B.


BOLA AO CÍRCULO
IDADE: 7 anos em diante
OBJ. ESP.: Agilidade, honestidade, rapidez de reação
MATERIAL: Bolas
LOCAL: Quadra e pátio
Formação: Círculos
Organização: dois círculos distantes 3 m um do outro. Será designado um aluno em cada círculo para serem os iniciantes do jogo, estando os mesmos com a bola na mão
Execução: ao sinal, os alunos iniciantes passarão a bola ao colega da esquerda que dará prosseguimento aos passos. Quando a bola chegar novamente ao iniciante será marcado um ponto: Vencerá o círculo que primeiro fizer 10 pontos.


SEGUINDO OS PASSOS
Idade: Sem restrições
Objetivo Geral:
- Desenvolver a lateralidade
Objetivos específicos:
- Estimular o equilíbrio da criança;
- Desenvolver habilidades lateralidade, esquerda, direita, frente e traz;
- Criar ambiente de participação, interação e socialização entre os colegas;

Materiais Utilizados:
Aparelho de Som (música de qualquer ritmo)
Figura do pé direito e esquerdo para ser pisado mediante a disposição em sala de aula.

Procedimentos:
A professora irá colocar de forma sincronizada os desenhos dos pés direitos e esquerdo, de modo que ao som da música a criança tente acompanhar o ritmo pisando de forma correta os seus pés nas figuras pré disposta na sala ou pátio. A criança poderá ser auxiliado pelo professor ou por outra criança durante o trajeto. Caso a professora prefire ela poderá fazer as marcações dos pés com tinta guache.


 Cadeiras cooperativas
Reuna o grupo ou equipe de trabalho no qual aplicará a dinâmica em uma sala ampla que acomode bem todos os participantes.
Materiais: Cadeiras em círculo; som com CD player; música suave.
Procedimento: Para a “Dança das cadeiras cooperativas” colocamos em circulo, um número de cadeiras menor que o número de participantes. Em seguida propomos um “objetivo comum”.
Colocamos a música e todos dançam. Quando a música é interrompida, todos devem se sentar usando os recursos que estão no jogo: cadeiras e pessoas. Os participantes podem se sentar nas cadeiras, nos colos uns dos outros, ou de alguma outra maneira criada por eles. Em seguida, o coordenador retira algumas cadeiras. Ninguém sai do jogo e a dança continua.
Nesse processo os participantes vão percebendo que podem se liberar dos velhos, desnecessários e bloqueadores “padrões competitivos”.
a. Ficar “colados” às cadeiras. (visão de escassez).
b. Ir todos na mesma direção. (não assumir riscos).
c. Ficar ligado na parada da música (preocupação/tensão).
d. Dançar “travado” (bloqueio de espontaneidade).
e. Ter pressa para sentar (medo de perder).
Na medida em que se desprendem dos antigos hábitos, passam a resgatar e fortalecer a expressão do “potencial cooperativo” para jogar e viver.
a. Ver as cadeiras como ponto de encontro. (visão de abundância).
b. Movimentam-se em todas as direções (Flexibilidade, auto e mútua-confiança).
c. Curtir a música (viver plenamente cada momento).
d. Dançar livremente (ser a gente mesmo é lindo!).
O jogo prossegue até onde o grupo desejar.
Em geral, a motivação é tão intensa que, mesmo depois de sentarem todos, em uma única cadeira, o jogo continua com uma cadeira imaginária.
Daí em diante, é só dar asas à imaginação e dançar em comum-unidade.
Terminar o jogo com todos os participantes sentados nas cadeiras que sobrarem!
Dicas: Discutir com os participantes a importâcia do "potêncial cooperativo" e como este foi estimulado durante a atividade.
Questionar os participantes sobre como foi realizar a atividade, como se sentiram e quais as dificuldades que encontraram para se desligar dos "padrões competitivos".
Observar a autenticidade e o trabalho em equipe dos paricipantes, se sabem cooperar, se são atentos, espontaneidade de cada um.
Tempo de aplicação: 30 minutos
Número máximo de pessoas: 20
Número mínimo de pessoas: 2



CACHORRO E GATO CEGO
IDADE: 7 anos
OBJ. ESP.: Audição, atenção
MATERIAL: Lenços
LOCAL: Sala sem carteiras e cadeiras, quadra, pátio...
Formação: círculos
Organização: alunos sentam em círculo e dois irão para o centro e terão seus olhos vendados; um será o cachorro e outro o gato.
Execução: toda vez que o cachorro latir o gato miará e o cachorro tentará pegá-lo. Se conseguir, irão outros ao centro.


Muito legal esta dinâmica, vale a pena trabalhar com a família ou com professores e alunos.
A construção coletiva do rosto

Objetivos: Fazer com que os membros do grupo sintam-se à vontade uns com os outros.

Aplicação:

a) Orientar os participantes para sentarem em círculo;
b) O assessor distribui para cada participante uma folha de papel sulfite e um giz de cera;
c) Em seguida orienta para desenhar o seguinte:
- uma sombrancelha somente;
- passar a folha de papel para as pessoas da direita e pegar a folha da esquerda;
- passar novamente;
- desenhar um olho;
- passar novamente;
- desenhar o outro olho;
- passar a direita e... completar todo o rosto com cada pessoa colocando uma parte (boca, nariz, queixo, orelhas, cabelos).
d) Quando terminar o rosto pedir à pessoa para contemplar o desenho;
e) Orientar para dar personalidade ao desenho final colocando nele seus traços pessoais;
f) Pedir ao grupo para dizer que sentimentos vieram em mente.

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